Foto: Wikipédia
Chega o primeiro post do blog, e com ele chega o GP da China de F1.
A F1 aterrissa na terra da Cidade Proibida, mais precisamente na cidade de Xangai, costa central da China oriental.
Ao fim do P2, quando foi escrito esse texto, as coisas estavam bem parecidas com o que vimos nos GPs passados: Vettel sobrando no que diz respeito aos tempos. Nem mesmo seu companheiro de equipe Mark Webber, que teoricamente tem o mesmo equipamento do alemão, consegue chegar perto do tempo do atual campeão mundial. O alemão fechou a sessão com o tempo de 1m37.688s.
O que estamos vendo é o nascimento de um grande campeão, talvez o homem que supere o número de títulos de Michael Schumacher, maior campeão da história da categoria com 7 canecos, porque não? Não há o que dizer ou contestar quanto ao talento de Sebastian Vettel, temos apenas que nos sentirmos privilegiados de poder ver um gênio do esporte em ação.
Claro que, como um futuro engenheiro que sou, não posso deixar de salientar o trabalho de outro gênio, o britânico Adrian Newey, famoso por projetar carros como a Williams de 93, que Ayrton Senna chamava de "carro de outro mundo", a Williams de 92 que deu o único título mundial da carreira do leão Nigel Mansell, a Williams de Damon Hill, a Williams de Jacques Villeneuve, as McLarens de 98/99 de Mika Hakkinen e, por fim, a Red Bull de 2010 de Sebastian Vettel. Em suma, Newey projetou nada mais que sete carros campeões mundiais de F1 (e contando).
A expectativa continua grande por conta do uso da polêmica asa móvel, afinal, o circuito de Xangai tem uma reta considerável, onde a velocidade máxima beira os 320km/h, o que deve proporcionar muitas ultrapassagens, como visto na Malásia semana passada. Mas como isso é um assunto mais interessante pra se discutir antes da corrida, esse post eu vou deixar pra sábado, horas antes da largada ser dada.
Um abraço a todos e boa sexta-feira.

Nenhum comentário:
Postar um comentário